quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Um cronista

Aquele cara queria escrever uma crônica, quando ouviu falar de um manual para esse tipo de manufatura correu logo para longe. Agora que passou da fase de vontade e está na hora de realmente escrever tal estória ele busca nos porões da memória alguma pista ou dica do que poderia guiar a criação.
A ideia é bolar um evento cotidiano para a partir daí esmiuçar as particularidades... Mas o dilema é que sem o evento específico não há ação. Pensando bem, há ação  mental e este texto poderia ser metalinguístico.
Pronto a redação está escrita, o objetivo foi atingido: Não ter que prestar atenção na aula extremamente maçante de redação. Destaque a esse parágrafo conclusivo ao som ambiente de um colega discursando aquele nojento pensamento com apoio e recepção calorosa da sala! O tempo de aula acabou, e eu podia ter saído a qualquer momento; então me desculpem pelo tempo gasto, a culpa é toda minha. Agradeço a todos meus leitores individualmente por não existirem.

Não existir, esse será o tema de minha próxima crônica. Evitarei a egotrip e narrarei a magnitude do dia a dia desse indivíduo não existente.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Carreira polcial

Como concurseiro pretendo aqui fazer um post informativo, mais ou menos como eu tenho entendido esse negócio de concursos. Um jeito de organizar o pensamento e também pode ajudar alguém que esteja tão perdido como eu.

Em primeiro lugar quando falam sobre foco querem dizer que nos concursos existem certos nichos, eu prefiro pensar assim. Por exemplo a carreira tributária que engloba o INSS e onde você terá que entender sobre o que imagino que sejam as leis e juros compostos, essas coisas... A carreira bancária onde você ira para o Banco do Brasil, Caixa e onde também vai ser exigido essa questão numérica, tabelas de excel. Carreira jurídica, muita gente que estuda direito e não é apaixonado pela profissão de advogado quer lá na frente se tornar procurador, juíz ou algo do gênero. Meu conhecimento não é muito vasto, mas creio que ainda haja carreira administrativa para trabalhar nos demais órgãos e autarquias governamentais. Por fim há a carreira militar e a policial.

A carreira militar eu entendo como ligada as forças armadas, quais sejam o exército, marinha e aeronáutica. E não é necessário estar desde os 18 anos sendo homem para fazer parte dessas organizações, existem os concursos por onde ingressam profissionais dos mais diversos perfis. 
A carreira policial engloba a policia militar, civil, federal e rodoviária federal. A polícia militar por exemplo tem seus quadros na maioria formados por estudantes com ensino médio completo. Já as outras polícias costumam exigir uma formação superior.

Polícia Militar: 
Soldado 
Oficial

Polícia Cívil:
Delegado
Escrivão
Investigador
Perito Criminal

Polícia Federal:
Delegado
Perito Criminal
Escrivão
Agente
Papiloscopista

Polícia Rodoviária Federal:
Policial
Agente Administrativo

*Corpo de bombeiros:
Esse órgão conhecido como Bombeiro Militar muitas vezes é ligado à Polícia Militar, mas particularmente no estado da Bahia é uma companhia independente.


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Think Tank

Me conforta muito a existência dessa entidade. Eu fico feliz em saber que nós humanos não somos apenas idiotas, é só uma questão de como estamos sendo manipulados... Intrigante saber que alguns gostam do amarelo enquanto outros do vermelho. Alguns sentem asco de barata, outros de baratas voadoras... Alguns são homens, outros mulheres e desde que o mundo é mundo que há essa dicotomia.
O que me surtiu um tema para esse desabafo é que a veja publicou que conforme Bolsonaro citou a sociedade de bem está revoltada com a Fátima Bernardes. Do fim pro princípio. Por que diabos a Fátima Bernardes tem que ser amada, tolerada, medida ou seja lá o que for? É uma senhora que assim como a Dilma Rousseff usa aqueles tailleurs, mas até aí é só ir em uma loja e comprar não é... mas tem que ter dinheiro. Isso me lembra como algumas pessoas são mesquinhas quando se trata de dinheiro né; parece que é o supra-sumo da relação humana. Se você está incomodado com algo em relação a alguém é simples, coloque uma questão de dinheiro que você pode estar livre para quebrar a boa vontade e simplesmente ser irracional e cortar relações, ficar magoado, seja o que for... por causa de dinheiro. Que nem quando a pessoa fica estressada e com pressa e no direito de levantar a voz e passar na frente de todo mundo: "estou trabalhando!" E daí?! Eu tô vivendo e tô aqui de boinha, eu responderia. Mas trabalhar é legal né, principalmente em várias funcões no decorrer da vida, ficar sabendo como pensam vários estratos da sociedade e suas diversas artimanhas de encarar o dia-a-dia... Então é isso, pombas. whatever pra Fátima Bernardes, pra Xuxa e especialmente pra todos os recalcados que ficam crticando as pessoas. Acho que vou usar um pouco desse argumento mais para frente.
A parte em que a veja publicou que Bolsonaro cita que a sociedade de bem está revoltada eu vou simplesmente pular na minha explicação porque foi algo maniqueísta que eu coloquei, eu escrevi sendo o mais venenoso que eu pude, se dessa maneira não for suficiente para atingir acho que nada mais é. Todavia é verídico.
Então minha carta na manga é fazer uma observação ressaltando que dicotomia é um conceito onde as coisas são separadas em digamos, bem e mal, quando na verdade elas são meio que uma coisa só. Ou o que o mundo costuma diferenciar binariamente para um olho com maior espectro enxerga uma gama de possibilidades .
Outrossim, sabe porque isso? Porque tem gente que quer ser melhor que os outros. Eu sou bem ignorante, não conheço o juramento de 'Hipócrita' e nem o Regime Militar. Mas por que as pessoas devem ser tratadas de forma diferentes? Um lado é financiado pela assinatura do governador, recebe décimo terceiro sálario e seguro de vida, enquanto o outro se sustenta com a esmola de pessoas desesperadas e víciadas...
Eu estou endeuzando bandido? Vocês estão endeuzando pessoas!

sábado, 19 de novembro de 2016

My english is too bad

Hello everybody,

tonight we'll be posting in english. I would like to use the word egotrip. Ok, It's done.
Let me talk about something, what about series?! Ok, series it will be. Altought I really don't know if series is the name of what we here in Brazil call series... I just want to write something very casual, by the way I just have remebered a thing I wanted to do. By the other way, when I was thinking about writing this text I was intending not to use lots of expressions that I had heard sometimes, and it's going well till now, I'm almost "speaking" english on portuguese based.
About series...
I used to watch some series at Sony, Warner Channel for example, series like Friends, E.R., Dawnson's Creek, Mad About You, Seinfield, and so on. I guess something has changed when Lost was released. Before I talk about Lost and the changes that happened I want to say that I believe as some people say that series are the soup operas of the America. For me, I remember Lost as that series that everyone was talking about and I was not in the mood to watch, some time after I became very enthusiastic about Lost, I liked it very much. Speaking of soup operas, here at my home (my parents and shit) we don't watch them, when starts a soup opera we rush to change the channel, some months ago I intended to watch O Cravo e a Rosa during all the afternoons, my mother almost got crazy about it... almost the same as when I wanted to become a vegetarian. Ok, no more shit on the ventilator for now... Nowadays I am almost very independent and also paying a closer look about the soup operas of Brazil. Where were we? Oh yes, we were Lost (...sigh) Just kidding.
Then there was Lost, there is The Walking Dead, Game of Thrones, The Big Bang Theory, How I Met Your Mother, Sense 8, Black Mirror. Nice list? I don't know because for me is just some Two and a Half Man, Everybody Hates Chris, Kenan and Kell, Fresh Prince of Belair, Chaves (El chavo del ocho) they are like... TV shows... Why people are so serious about them? Don't know... I am barely stopping this stupid post, just want to talk about the TV series that I worship.
Let me think of some funny, different, strange, cool and interesting series. Maybe I will start with BoJack Horseman, very crazy one! Yes! Then let stay there and say Parks and Recreation, Veep, Vicious, Unbreakable Kimmy, Chewing Gum... BoJack is genius, but Freaks and Geaks its genius too, Vikings is too... The Fosters I like very much and before the special mentions I will remember and tell about Stranger Things and The Get Down.
The special mentions are: The Office (with Steve Carell) and The Guild.

I guess I will be almost sleeping or doing a really important test and will remember a name to put on these lists, so Monty Python. Good evening, Folks!

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Tá tudo errado

I

Algumas pessoas já falaram que eu sou inteligente, mas mesmo eu concordando com elas não acredito. Eis que eu descobri o motivo pelo qual eu não sou realmente considerado inteligente... O problema é a sociedade.
Qualquer um que passa na frente de uma loja com sua avó sabe o significado de moderno. Modernidade é quando aquela roupa é transadinha, tá na crista da onda. Mas sabia que a modernidade começou lá pelos idos do século XVI? E tinha uma das suas características o Enciclopedismo.
Daí eu afirmo, apesar de Stephen Hawking ter dito que o universo inteiro cabe em uma noz não é nesse sentido que as inteligências são admiradas pela sociedade. Ninguém se importa com pensamentos diferentes, frescos, alternativos. Para se construir uma ideia legal, um bom conceito e conhecimento você tem que estar remetendo ao maior número de quinquilharias possíveis para entulhar seus pensamentos e assim todo mundo se regozijar comendo seu lixo. Abro um parênteses aqui porque admito que não sou tão inteligente assim. Eu tinha uma crush que faz letras, a gente se admirava mas eu não conhecia a ideia de tábula rasa a não ser pelo senso comum de uma ideia pós-modernista de se queimar tudo que já foi escrito e tudo que está em museus para assim reconstruirmos outro lixo, digo, mundo sem apego a nenhuma tradição e voilá. Ela acabou se decepcionando com minhas ideias pouquíssimo conservadoras...


II


Eu tava aqui pensando que eu me propus a escrever crônicas e não devaneios soltos. É que tem uma coisa que eu não sei mesmo. (Além de escrever). Vamos lá:
a) Quando uma pessoa, eu ou você, lê um texto está fazendo o papel de interlocutor, certo? E estamos fazendo nossas inferências. Mas por quê eu sinto que as pessoas quando leem um texto querem tudo mastigadinho? Será que eu quero também? Eu tenho lido pouco e tenho sido bem ansioso em "postar logo no blog". Muitas vezes eu escrevo algo deixando muita coisa subentendida, só não sei até que ponto isso é perceptível. Não é apenas porque se eu sair escrevendo tudo que eu quero passar eu nunca vou lembrar onde fica o fim do raciocínio, é porque eu realmente acho que quando escrevo e fico confuso, por exemplo, estou passando além das palavras também um pouco do sentimento seja no ritmo, na grafia, nos emojis...
b) Mais um conceito que vem da língua portuguesa, e que eu entendo do meu jeitinho: Argumento de autoridade. Para mim isso dialoga um pouco com preconceito linguístico. Explico de modo rasteiro minha ideia porque que ela seja de quem quiser porque minha ela já é; Se eu não tenho convicção de algo eu escrevo de qualquer maneira e só gasto meu bom português com algo que é certeza absoluta, como uma carta de amor ou um pedido de desculpas... Mas ideias vagas não merecem nosso esforç

terça-feira, 15 de novembro de 2016

mea culpa

Na época da escola às vezes tinha que responder que tipo de texto eu mais gostava, e eu lembrei aqui que minha resposta era pronta; eu sabia responder essa questão com facilidade (mesmo sendo geminiano), "Crônica". Com essa resposta eu passava a ideia que eu queria, é um tipo de texto não tão comum, quase sempre é humorístico, curto, passa uma ideia... Eu me sentia bem adulto por escolher crônica. Hoje eu resolvi fazer um blog.
Pesquisei sobre crônica e me deparei com um conceito que me fez não gostar tanto do que significa gostar de crônica, ela está relacionada a questão jornalística, palavra um pouco tabu pra mim, mas que se releve isso.
Essa ideia do blog veio também porque me dei conta de uma questão. Estou retomando meus estudos, me preparando para concursos e acredito que sempre me enganei sobre o que são as redações no contexto dessas provas. Sempre que eu fazia uma prova e tinha lá o tema da redação eu via ali a oportunidade de mostrar um pouco da minha subjetividade, passar a ideia das coisas que eu penso para pelo menos um corretor e ele se sensibilizar com isso. Mas como é de se saber não é isso que significa redação dissertativa. Como é de se esperar as redações são um teste técnico da capacidade do candidato de elaborar textos, etc.
Por fim, o blog que é o espaço para escrever sobre o que pensa-se... Não que o facebook não seja, mas o twitter e o snapchat, o instagram não me bastam. E o facebook passa de mais do que eu desejo. O blog é isso, escrever. "Elaborar crônicas"...
O parágrafo que eu meto pau em jornalismo é o tipo de coisa que daqui algum tempo eu me ache um idiota por ter escrito, e que faria as pessoas do facebook já torcerem o nariz contra a minha pessoa. Mas realmente tanto a ideia de jornalista eu não gosto, acho uma profissão desprezível para ocupar os quadros produtivos da sociedade. E do mesmo modo o blog, eu por muito tempo e para sempre vejo com uma pitada de auto-crítica metida a besta que blogs são espaços de pessoas vaidosas e sem semancol falando chatisses... Na wikipédia ainda li que a crônica tem todo um quê de brasilidade, interessante, né? Interessante também esse parágrafo: "Com base nisso, pode-se dizer que a crônica situa-se entre o jornalismo e a literatura, e o cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia-a-dia. A crônica, na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está "dialogando" com o leitor. Isso faz com que a crônica apresente uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista. Ao desenvolver seu estilo e ao selecionar as palavras que utiliza em seu texto, o cronista está transmitindo ao leitor a sua visão de mundo. Ele está, na verdade, expondo a sua forma pessoal de compreender os acontecimentos que o cercam.[3]"
 Bonitinho, né? 😊😋😋😋 (Alana de O. Freitas El Fahl).Então esse sou eu, fazendo mais uma 
vez um blog. Ainda sem saber diagramar, editar, configurar, colocar bonitinho do jeito que eu 
gostaria e um pouco mais maduro, mas ainda com a revolta adolescente de sempre. 
E com um blog.


(Ao som de Tigresa, por Caetano Veloso)