Aquele cara queria escrever uma crônica, quando ouviu falar de um manual para esse tipo de manufatura correu logo para longe. Agora que passou da fase de vontade e está na hora de realmente escrever tal estória ele busca nos porões da memória alguma pista ou dica do que poderia guiar a criação.
A ideia é bolar um evento cotidiano para a partir daí esmiuçar as particularidades... Mas o dilema é que sem o evento específico não há ação. Pensando bem, há ação mental e este texto poderia ser metalinguístico.
Pronto a redação está escrita, o objetivo foi atingido: Não ter que prestar atenção na aula extremamente maçante de redação. Destaque a esse parágrafo conclusivo ao som ambiente de um colega discursando aquele nojento pensamento com apoio e recepção calorosa da sala! O tempo de aula acabou, e eu podia ter saído a qualquer momento; então me desculpem pelo tempo gasto, a culpa é toda minha. Agradeço a todos meus leitores individualmente por não existirem.
Não existir, esse será o tema de minha próxima crônica. Evitarei a egotrip e narrarei a magnitude do dia a dia desse indivíduo não existente.
Caro cronista, acho que posso usar o "carO", já que você se diz "um" e não "uma", hahaha...
ResponderExcluirObrigada pela passagem em meu humilde bloguinho!
Escreva aí as crônicas moço! Abraço!